"NOVA EMOÇÃO" EXPLICADA ÀS CRIANÇAS POR ANDRÉ SOUSA
nao consegui fotografar a super corrida! sorry!
25 comments:
Anonymous
said...
Parte da outra mão esteve lá!!! Foi um acontecimento que marcou o uso da nossa outra mão em público, pela primeira vez de uma forma consciente! E acredita que toda a nova emoção revela que há aí uma certa tendência! Sem dúvida!
Tudo isto me pareceu um pouko precipitado! A atitude tantas vezes citada pelo powerpoint esteve longe de estar presente à mesa da conferência/performance/seja lá o k le chamem! Todo aquele cenário parecia desfazado com a ideia de NOVA EMOÇÃO de que se estava a fazer PROMOÇÃO! Como alguém disse pelos corredores, vamos lá ver se não mataram o bebé antes mesmo dele ter nascido!
Nada disso! Nós estávamos lá e assistimos com entusiasmo a tudo o que se passou - o bongo arremeçado contra o público, a corrida do rapaz das calças verdes, o powerpoint, etc - e verificamos a dada altura que todos revelavam um enorme tendência! O público estava nitidamente entusiasmado e mal surgiu uma boa oportunidade bateram-se palmas! Juntaram-se as mãos e dali surgiu uma ruidosa harmonia!
Viva a nova emoção! A nova emoção tem uma séria tendência, sem dúvida!
Quem lá esteve sabe do que falo!
Se é cedo ou não para se dar tanta atenção ao fenómeno pouco importa (alguns de nós acreditam que nasceram no momento errado! eu pessoalmente gostaria de ter nascido numa altura mais de acordo com uma certa tendência!), o importante é a honestidade no que se acredita!
Eu acreditei que aquele trabalho foi realizado e apresentado com intensidade e honestidade, por isso bati palmas. E faço-o de novo com muita alegria ao me lembrar do momento de sábado. Obviamente que primeiro a honestidade revela-se para com nós próprios (com os nossos objectivos de vida, quer profissionais como afectivos) e depois na nossa atitude para com os outros.
Reconheço que muitas vezes é irritante assistir à absoluta franqueza de alguns indivíduos no prosseguir dos seus objectivos, principalmente quando isso significa ser desonesto com alguém próximo, mas não há nada a fazer! É mesmo assim!
NOVA EMOÇÃO NÃO EXISTE? OLHA, OLHA... ANDAM PARA AÍ UNS TIPOS A SEGUIR E A ADORAR OUTROS TIPOS QUE DIZEM QUE CRIARAM UM MOVIMENTO QUE NASCEU NUM CARRO E FOI DESENVOLVIDO POR SMS... E A MALTA NÃO PODE SER NEO EMO!!!
Bem, Não sei quem são (o que não gosto Ainda não me habituei com a ideia Parece que há sempre alguém a trocar palavras com mascarados mas acredito que o mal é meu)
gente! Tou com os nova emoção e não abro Como o “com a outra mão disse” “EU ACREDITEI…” Eu também João E penso que és o João pela forma como escreves só pode ser Concordo contigo Mas Como o Nuno diz Algures neste espaço/blog Este é o lugar para todas as opiniões
Mais que ser verdade, mentira, verdadeiro, falso Precoce, com o tempo certo ou muito futurante A performance do André foi perfeita Temos conferencista O objecto de estudo foi apresentado com rigor em cumprir os pontos importantes de uma análise de um objecto a citar: exposição do objecto de estudo contextualização cultural, social, politica e económica
na análise estética foi abordada a componente formal e conceptual
tudo isto revela o mérito do performer
há ainda a salientar a performance dentro da performance mais concretamente a vestimenta do actor/performer que estava imbuído no espírito da coisa
todos nós teremos que dar os parabéns ao artista/performer/actor/conferencista foi muito profissional
gente eu vos digo é muito difícil estar no lugar do performer e mais difícil (ao contrário do que parece) é falar para amigos, conhecidos e familiares
a plateia/público/participantes na conferencia é que foi muito passiva
estavam sentados numa obra que apela ao mobilismo, à inconformidade, que representa uma reacção por parte de quem está do lado de cá, os que estão sempre remetidos a uma massa. Gente é verdade Não fomos dignos da obra do Nuno e do Renato. É ou não é? A instalação do Nuno Ramalho e do Renato Ferrão dão-nos a ver outra atitude a da inconformidade, revolta e até poderemos ver a representação da divergência ou do desacordo. Quanto a mim mais do que colocar a Nova Emoção em causa eu repenso a falta de emoção da plateia, de reacção desta fico contente por se manifestarem neste espaço por onde gosto de passear e estar mas na próxima conferencia não ruminem as vossas inquietações questionem perguntem eu também farei o mesmo manifesta-te – (não é Nuno e Renato?)
Na performance o público revelou não ter apreendido o que permitirá uma construção conjunta. mas como o João Marrucho/“com a outra mão disse” disse o importante é dançar, ser feliz bora lá…
A performance que apresentei no Sábado passado, em Coimbra, teve a forma de uma conferência mas é para ser lida como uma performance. Estava um pouco inseguro, tremia sem saber se era do frio que se fazia sentir no pavilhão ou da situação que enfrentava. Esse “nervosinho” não era necessário mas ajudou a construir o personagem conferencista.
Proferi uma conferência sobre Nova Emoção. Conheço a expressão, as ideias, os jogos, a produção e os argumentos deste grupo e resolvi estudar de forma mais séria o assunto. Os meus objectivos eram: compreender como é que a Nova Emoção se poderia contextualizar e explicar a terceiros, para além do jogo delicioso do ”Isto é ou não é Nova Emoção!” e no contexto da exposição questionar processos de legitimação como o que acontece com o grupo de artistas do Porto, do qual faço parte. Numa situação extrema, fazer notar que o que está a ser valorizado e legitimado pela exposição Busca-Pólos é quase tão pouco como a Nova Emoção. Estou bastante contente com o projecto desenvolvido pelo Salão Olímpico, e colaboradores, e apesar desta exposição fazer parte de um processo de legitimação, eu não a quero entender uma celebração do passado.
Lembro que esta performance é a segunda parte do projecto “1994-04-08/ 2006-12-09” que desenvolvi para o Busca-Pólos. No dia da inauguração, o primeiro momento, dois fãs interpretaram músicas dos Nirvana, tendo sido a primeira “Serve the servants”. Kurt Cobain cantava aos 27 anos “Teenage angst has paid off well/ Now I'm bored and old…”. Cobain era o embaixador de um movimento underground surgido em Seatle no final da década anterior que tinha saído da garagem para as “world tour”. A sua morte representou a morte do Grunge.
O intervalo de tempo que vai da morte de Kurt Cobain ao dia da apresentação de uma (falsa?) conferência sobre N.E. é evocado no título. Foi durante este período que a geração que se afirma agora esteve em formação.
O Nova Emoção já existe porque já está escrita, publicada e documentada. Não há perigo de “morrer antes de nascer”. Se não vingar será por falta de vontade própria ou preguiça. O momento de Sábado passado foi apenas uma representação, e só representação, dessa subida repentina. João Alves Marrucho e os amigos ainda não sofrem do excesso de visibilidade que normalmente se torna contraproducente.
Se a conferência soava a promoção/propaganda era porque estava a falar do assunto com prazer. Não quis, nem posso, fazer um manifesto Nova Emoção. Percebendo o que é Nova Emoção ainda não a sei fazer. Tentei uma aproximação vestindo as Levis 506 verdes do JAM, oferecendo Um Bongo e correndo como o Tom Sawyer!
Ainda no Sábado, na conversa que se desenvolveu no final da apresentação do trabalho “Plural” do João Sousa Cardoso e da Daniela Paes Leão comentou-se o jeito que Portugal tem para fazer revoluções fora do tempo e a propósito de umas “mulheres do povo” que dançavam na Praça da Liberdade com o grupo “Parrachas Terrorista/Xoxóta Bombista” dizia-se que estavam a dotar o espaço público de sentido. Gosto muito da expressão que o João Sousa Cardoso e gosto ainda mais de quem a concretiza: por isso valorizo a malta da Nova Emoção. Estão a criar uma Realidade mais sua e só não compram mais discos porque editam os seus…
Hoje passei o dia na rua e ouvi por várias vezes expressões como “o que é que havemos de fazer?”, “eu vou p’ra Espanha” ou “é o país que temos…”.
Esta mão entristeceu-se com a resposta do André - o tal rapaz das calças verdes e autor da conferência/performance.
A tua acção foi marcadamente honesta e não tens nenhuma razão para te justificares desta maneira. Se acreditasses em ti como nós acreditamos estarias mais liberto destas pressões causadas pelo exterior!!
O que decidiste apresentar nesta exposição foi arriscado mas sincero. E isso tem para nós um elevado valor! Transmitiste muito bem, com honestidade e verdade aquilo que sentes!
Agradecemos-te por isso!
Não te inibas! Sorri e se preferires e tiveres vontade ri com força! Liberta-te, não há nada a temer!
Obrigada pelo Bongo! Seguramos com as duas mãos o delicioso sumo enquanto as outras duas batiam palmas!
Meninos e meninas…O comentário provocatório deixado aqui sobre a Nova Emoção e assinado por Com o outro pé é meu. (Entretanto reparei que já alguém assinou com este trocadilho outros comentários. Eu responsabilizo-me apenas por este!). Estava no entanto longe de imaginar tantas e tão assanhadas reacções como estas. Decidi por isso esclarecer e responsabilizar-me por essa tomada de partido:
Antes de mais eu não sou um artista Nova Emoção ao contrário do que foi apresentado no powerpoint no início da conferência/performance. Isto não invalida que um ou outro trabalho, descontextualizado e recontextualizado à luz da Nova Emoção não possa ser cúmplice da aparente revolução estética defendida por esta certa tendência. Não sou Nova Emoção no sentido em que não fiz nenhum trabalho com a intenção de ser Nova Emoção. Nem tão pouco Marco Mendes se pode incluir na lista do supracitado powerpoint. O único trabalho próximo desse universo poderia ser o design do fanzine Cospe Aqui por ter sido realizado pelo João Marrucho. Mas o sentido desta publicação, assim como todo o outro trabalho realizado por esta parceria está bem longe das características e dos objectivos que definem a Nova Emoção. Mas isto será outra discussão, noutro sítio e noutro tempo.
Quando escrevi que me pareceu precipitado este acontecimento, foi antes de mais por ir assistindo com curiosidade e expectativa ao desenvolvimento deste movimento particular, do qual João Marrucho é sem dúvida o representante mais inventivo e profícuo. E pelo facto de todo aquele cenário, nesta altura do campeonato, me parecer completamente desadequado para lançar a história precoce de um projecto de grupo que começa agora a dar os seus primeiros passos. Mesmo os propósitos apresentados estavam mais do que uma vez em inequívoca contradição com o discurso proferido off-the-record pelos agentes Nova-Emoção sempre que se lançam na tentativa de descrever ou insinuar o que é afinal Nova-Emoção (sem que essa definição tenha alguma vez de ser um cartão-de-visita plastificado…).
Estou ainda mais em desacordo com a ideia de que esta performance poderia surgir como uma provocação à institucionalização simbólica que as exposições Busca-Pólos poderiam significar para uma parte da geração que cresceu ao lado dos espaços alternativos que desde 2001 contaminam a cidade do Porto. Sempre acreditei que a única maneira possível de legitimar um projecto é a através da sua maturidade e não tanto dos espaços onde é mostrado. Por isso considero que deviam estar mais preocupados em legitimar NOVOS espaços, e procurar outros públicos, quem sabe mais EMOCIONANTES. Há mais vida para além do Salão Olímpico, de Serralves ou C.C. Vila-Flôr! E é disso que a Nova Emoção se pode aproveitar…
Miguel, percebi imediatamente que terias ficado aborrecido ao confrontares-te com o teu nome numa lista de indivíduos Nova Emoção. Desculpa, claro que não és Nova Emoção. O Marco e o Eduardo também não são e eu também não sou. Tens razão, só o João Marrucho é 100% Nova Emoção. Quando apresentei o vosso nome na lista de protagonistas, creio ter comentado que esta era uma lista questionável, que alguns de vós estariam surpreendidos e que havia muita gente que não sendo Nova Emoção, por vezes fazia-a acontecer tal como nem tudo o que a gente Nova Emoção faz é de facto Nova Emoção. Percebi que terias ficado aborrecido porque detestas que te cataloguem e porque não é suposto eu afirmar algo sobre ti sem que tu o faças primeiro. Quando dizes “Não sou Nova Emoção no sentido em que não fiz nenhum trabalho com a intenção de ser Nova Emoção.”, respondo que nem o poderias ter feito porque se esse fosse o objectivo, então, não seria Nova Emoção de certeza. Tu só entraste na lista porque foi o “representante mais inventivo e profícuo” que o afirmou, e outros confirmaram. Para fazer esta performance conversei várias com João Marrucho, João Marçal, Mário Moura, Marta Bernardes, Francisco Roldão, Albino Tavares e outros. Contigo converso há muito tempo sobre este e outros assuntos. O próprio João Marrucho não terá concordado com algumas coisas que eu disse “Mas isso não faz mal porque o entendimento que cada um tem da NE é diferente.”(+/-)
Sobre a conferência, posso ainda dizer que esta foi sobre Nova Emoção mas podia ter sido sobre o Salão Olímpico, PêSSEGOpráSEMANA, a Sala, A Mula!, Mad Woman... Esta performance só funcionaria se a conferência fosse sobre um tema marginal. Escolhi a Nova Emoção porque poderia ser a mais surpreendente. Lembro que nos últimos tempos fizemos conferências e exposições sobre os espaços alternativos, fomos visitados pelos alunos do Mestrado da FBAUL. E devo dizer que foi extremamente importante porque foi nesse momento que comecei a tomar consciência de que o nosso trabalho/postura estava a ser valorizada. Estou de acordo contigo é a maturidade que valida os projectos e é precisamente isso que a minha performance, pela negativa, afirma. Essa irritação que tu e outros sentem ao ver a falsa legitimação de um questionável movimento é saudável para o meu trabalho. É esse o seu assunto, às custas da Nova Emoção.
Ainda sobre a precipitação ou não: esta também faz parte do espírito Nova Emoção. Por exemplo, a ÁSTATO ainda não está registada como empresa e já fala em exportações, já tem política editorial quanto à pirataria e a eventual venda de cópias não autorizadas na feira. Das conversas com a Nova Emoção surgiram frases como “Portugal vai estar na moda!” ou “Nova Emoção cita e é citada.” Quer isto dizer que o objectivo é a grande escala.
Claro que há vida para além do Busca-pólos e nós estamos atentos!
(Deixei este comentário no blog quando poderia ter feito pessoalmente. O objectivo é dar continuidade à discussão sobre o meu trabalho. Devo dizer que fico contente por esta estar a acontecer.)
Gostaríamos de dar mais uma vez uma pequena contribuição a esta conversa/debate. Miguel Carneiro: julgo que ainda não nos conhecemos e ainda não nos cumprimentamos e celebramos a nossa amizade com um bater de palmas forte ou uma dança improvisada...mas queria-te dizer que revelaste ser um rapaz razoável e, acima de tudo, muito honesto.
Conseguiste ser directo a expor as tuas intensões no comment anterior e só consigo sentir que essa clareza de espírito vem de alguém que é sincero consigo e com os outros.
Para nós, sejas tu quem fores, venhas de onde vieres, vás para onde vás, nós acreditamos em ti e só esperamos o melhor!
A Caldeira 213 foi fundamental. Eu nem sei o que seria deste espaços se não tivesse existido a Caldeira, e as actividades organizadas pelo Zé Maia e João Sousa Cardoso.
mt bem! monte da penha tá a subir de nível! wacky on fire com + de 100 visitas! polémica, kero mais polémica! vamos lá discutir! k ninguém volte a dizer k isto é um blog de broncos! nós usamos as mãos e as cabeças ( a de baixo principalmente)!
Eu honestamente não gostei! E acho que já chega de explicações! Metam essas mãos, pés e dedos num saco e atirem-nos para o mar! Nós damos cabo dessa seita toda! fodassse..........
isto aki tá bué apetitoso! tantos membros soltos! tanto sanguinho! golfinho, deixa-te lá de choradinhos ou levas 1 dentada! vê lá se não keres voltar para o zoo!
nao,o tuburão parece ser mais honesto. ninguém tá aki a tentar explicar nada e nao bato palmas ao golfinho. discutir é importante e construtivo e nós vamos continuar.
-"Eu faço o que quero com o meu cabelo!" -"Sinto muito mas não sinto nada." -"É um cérebro dentro dum coração." -""Não dou a vida por ninguém", expecto pelo meu irmão." -"É um camião verde a chorar." -"Paz, paixão e trabalho." -"É um macaquito num pântano a tentar não molhar os pés."
Bem... vou trabalhar. Sexta, concerto Nova Emoção: Ana Campos, a 1ª cantora pimba constituída por dois elementos masculinos (não desenha jóias) no Bye Bye 06. Estão todos convidados a pagar bilhete. Abraço.
25 comments:
Parte da outra mão esteve lá!!! Foi um acontecimento que marcou o uso da nossa outra mão em público, pela primeira vez de uma forma consciente! E acredita que toda a nova emoção revela que há aí uma certa tendência! Sem dúvida!
Tudo isto me pareceu um pouko precipitado! A atitude tantas vezes citada pelo powerpoint esteve longe de estar presente à mesa da conferência/performance/seja lá o k le chamem! Todo aquele cenário parecia desfazado com a ideia de NOVA EMOÇÃO de que se estava a fazer PROMOÇÃO! Como alguém disse pelos corredores, vamos lá ver se não mataram o bebé antes mesmo dele ter nascido!
gergtreble.blogspot.com
sr. pé o bebe já é bem grande. talvez só agora é que conheceu nova emoção e como tal pense que ele nasceu agora.
Nada disso! Nós estávamos lá e assistimos com entusiasmo a tudo o que se passou - o bongo arremeçado contra o público, a corrida do rapaz das calças verdes, o powerpoint, etc - e verificamos a dada altura que todos revelavam um enorme tendência! O público estava nitidamente entusiasmado e mal surgiu uma boa oportunidade bateram-se palmas! Juntaram-se as mãos e dali surgiu uma ruidosa harmonia!
Viva a nova emoção! A nova emoção tem uma séria tendência, sem dúvida!
Quem lá esteve sabe do que falo!
Se é cedo ou não para se dar tanta atenção ao fenómeno pouco importa (alguns de nós acreditam que nasceram no momento errado! eu pessoalmente gostaria de ter nascido numa altura mais de acordo com uma certa tendência!), o importante é a honestidade no que se acredita!
Eu acreditei que aquele trabalho foi realizado e apresentado com intensidade e honestidade, por isso bati palmas. E faço-o de novo com muita alegria ao me lembrar do momento de sábado. Obviamente que primeiro a honestidade revela-se para com nós próprios (com os nossos objectivos de vida, quer profissionais como afectivos) e depois na nossa atitude para com os outros.
Reconheço que muitas vezes é irritante assistir à absoluta franqueza de alguns indivíduos no prosseguir dos seus objectivos, principalmente quando isso significa ser desonesto com alguém próximo, mas não há nada a fazer! É mesmo assim!
Dancem e sejam felizes!
NOVA EMOÇÃO NÃO EXISTE?
OLHA, OLHA... ANDAM PARA AÍ UNS TIPOS A SEGUIR E A ADORAR OUTROS TIPOS QUE DIZEM QUE CRIARAM UM MOVIMENTO QUE NASCEU NUM CARRO E FOI DESENVOLVIDO POR SMS... E A MALTA NÃO PODE SER NEO EMO!!!
Bem,
Não sei quem são
(o que não gosto
Ainda não me habituei com a ideia
Parece que há sempre alguém a trocar palavras
com mascarados
mas
acredito que o mal é meu)
gente!
Tou com os nova emoção e não abro
Como o “com a outra mão disse”
“EU ACREDITEI…”
Eu também João
E penso que és o João pela forma como escreves só pode ser
Concordo contigo
Mas
Como o Nuno diz
Algures neste espaço/blog
Este é o lugar para todas as opiniões
Mais que ser verdade, mentira, verdadeiro, falso
Precoce, com o tempo certo ou muito futurante
A performance do André foi perfeita
Temos conferencista
O objecto de estudo foi apresentado
com rigor em cumprir os pontos importantes de uma análise de um objecto
a citar:
exposição do objecto de estudo
contextualização cultural, social, politica e económica
na análise estética foi abordada a componente formal e conceptual
tudo isto revela o mérito do performer
há ainda a salientar a performance dentro da performance
mais concretamente
a vestimenta do actor/performer que estava imbuído no espírito da coisa
todos nós teremos que dar os parabéns ao artista/performer/actor/conferencista
foi muito profissional
gente
eu vos digo
é muito difícil estar no lugar do performer
e mais difícil (ao contrário do que parece)
é falar para amigos, conhecidos e familiares
a plateia/público/participantes na conferencia é que foi muito passiva
estavam sentados numa obra que apela ao mobilismo, à inconformidade, que representa uma reacção por parte de quem está do lado de cá, os que estão sempre remetidos a uma massa.
Gente é verdade
Não fomos dignos da obra do Nuno e do Renato.
É ou não é?
A instalação do Nuno Ramalho e do Renato Ferrão dão-nos a ver outra atitude
a da inconformidade, revolta e até poderemos ver a representação da divergência ou do desacordo.
Quanto a mim mais do que colocar a Nova Emoção em causa
eu repenso a falta de emoção da plateia, de reacção desta
fico contente por se manifestarem neste espaço
por onde gosto de passear e estar
mas
na próxima conferencia não ruminem as vossas inquietações
questionem
perguntem
eu também farei o mesmo
manifesta-te – (não é Nuno e Renato?)
Na performance o público revelou não ter apreendido o que permitirá uma construção conjunta.
mas
como o João Marrucho/“com a outra mão disse” disse
o importante é dançar, ser feliz
bora lá…
bem
estava a falar na sombra
e só agora vi que estava num outro espaço
porra!!
Não percebo nada disto
vou ter que copiar isto para lá
como devo fazer?
mas estou contente por estar aqui com os senhores
valeu!!
até já
maia
A performance que apresentei no Sábado passado, em Coimbra, teve a forma de uma conferência mas é para ser lida como uma performance. Estava um pouco inseguro, tremia sem saber se era do frio que se fazia sentir no pavilhão ou da situação que enfrentava. Esse “nervosinho” não era necessário mas ajudou a construir o personagem conferencista.
Proferi uma conferência sobre Nova Emoção. Conheço a expressão, as ideias, os jogos, a produção e os argumentos deste grupo e resolvi estudar de forma mais séria o assunto. Os meus objectivos eram: compreender como é que a Nova Emoção se poderia contextualizar e explicar a terceiros, para além do jogo delicioso do ”Isto é ou não é Nova Emoção!” e no contexto da exposição questionar processos de legitimação como o que acontece com o grupo de artistas do Porto, do qual faço parte. Numa situação extrema, fazer notar que o que está a ser valorizado e legitimado pela exposição Busca-Pólos é quase tão pouco como a Nova Emoção. Estou bastante contente com o projecto desenvolvido pelo Salão Olímpico, e colaboradores, e apesar desta exposição fazer parte de um processo de legitimação, eu não a quero entender uma celebração do passado.
Lembro que esta performance é a segunda parte do projecto “1994-04-08/ 2006-12-09” que desenvolvi para o Busca-Pólos. No dia da inauguração, o primeiro momento, dois fãs interpretaram músicas dos Nirvana, tendo sido a primeira “Serve the servants”. Kurt Cobain cantava aos 27 anos “Teenage angst has paid off well/ Now I'm bored and old…”. Cobain era o embaixador de um movimento underground surgido em Seatle no final da década anterior que tinha saído da garagem para as “world tour”. A sua morte representou a morte do Grunge.
O intervalo de tempo que vai da morte de Kurt Cobain ao dia da apresentação de uma (falsa?) conferência sobre N.E. é evocado no título. Foi durante este período que a geração que se afirma agora esteve em formação.
O Nova Emoção já existe porque já está escrita, publicada e documentada. Não há perigo de “morrer antes de nascer”. Se não vingar será por falta de vontade própria ou preguiça. O momento de Sábado passado foi apenas uma representação, e só representação, dessa subida repentina. João Alves Marrucho e os amigos ainda não sofrem do excesso de visibilidade que normalmente se torna contraproducente.
Se a conferência soava a promoção/propaganda era porque estava a falar do assunto com prazer. Não quis, nem posso, fazer um manifesto Nova Emoção. Percebendo o que é Nova Emoção ainda não a sei fazer. Tentei uma aproximação vestindo as Levis 506 verdes do JAM, oferecendo Um Bongo e correndo como o Tom Sawyer!
Ainda no Sábado, na conversa que se desenvolveu no final da apresentação do trabalho “Plural” do João Sousa Cardoso e da Daniela Paes Leão comentou-se o jeito que Portugal tem para fazer revoluções fora do tempo e a propósito de umas “mulheres do povo” que dançavam na Praça da Liberdade com o grupo “Parrachas Terrorista/Xoxóta Bombista” dizia-se que estavam a dotar o espaço público de sentido.
Gosto muito da expressão que o João Sousa Cardoso e gosto ainda mais de quem a concretiza: por isso valorizo a malta da Nova Emoção. Estão a criar uma Realidade mais sua e só não compram mais discos porque editam os seus…
Hoje passei o dia na rua e ouvi por várias vezes expressões como “o que é que havemos de fazer?”, “eu vou p’ra Espanha” ou “é o país que temos…”.
Pois eu digo, “é o País que fazemos!”
Esta mão entristeceu-se com a resposta do André - o tal rapaz das calças verdes e autor da conferência/performance.
A tua acção foi marcadamente honesta e não tens nenhuma razão para te justificares desta maneira. Se acreditasses em ti como nós acreditamos estarias mais liberto destas pressões causadas pelo exterior!!
O que decidiste apresentar nesta exposição foi arriscado mas sincero. E isso tem para nós um elevado valor! Transmitiste muito bem, com honestidade e verdade aquilo que sentes!
Agradecemos-te por isso!
Não te inibas! Sorri e se preferires e tiveres vontade ri com força! Liberta-te, não há nada a temer!
Obrigada pelo Bongo!
Seguramos com as duas mãos o delicioso sumo enquanto as outras duas batiam palmas!
foi grande cena a performance!
Meninos e meninas…O comentário provocatório deixado aqui sobre a Nova Emoção e assinado por Com o outro pé é meu. (Entretanto reparei que já alguém assinou com este trocadilho outros comentários. Eu responsabilizo-me apenas por este!). Estava no entanto longe de imaginar tantas e tão assanhadas reacções como estas. Decidi por isso esclarecer e responsabilizar-me por essa tomada de partido:
Antes de mais eu não sou um artista Nova Emoção ao contrário do que foi apresentado no powerpoint no início da conferência/performance. Isto não invalida que um ou outro trabalho, descontextualizado e recontextualizado à luz da Nova Emoção não possa ser cúmplice da aparente revolução estética defendida por esta certa tendência. Não sou Nova Emoção no sentido em que não fiz nenhum trabalho com a intenção de ser Nova Emoção. Nem tão pouco Marco Mendes se pode incluir na lista do supracitado powerpoint. O único trabalho próximo desse universo poderia ser o design do fanzine Cospe Aqui por ter sido realizado pelo João Marrucho. Mas o sentido desta publicação, assim como todo o outro trabalho realizado por esta parceria está bem longe das características e dos objectivos que definem a Nova Emoção. Mas isto será outra discussão, noutro sítio e noutro tempo.
Quando escrevi que me pareceu precipitado este acontecimento, foi antes de mais por ir assistindo com curiosidade e expectativa ao desenvolvimento deste movimento particular, do qual João Marrucho é sem dúvida o representante mais inventivo e profícuo. E pelo facto de todo aquele cenário, nesta altura do campeonato, me parecer completamente desadequado para lançar a história precoce de um projecto de grupo que começa agora a dar os seus primeiros passos. Mesmo os propósitos apresentados estavam mais do que uma vez em inequívoca contradição com o discurso proferido off-the-record pelos agentes Nova-Emoção sempre que se lançam na tentativa de descrever ou insinuar o que é afinal Nova-Emoção (sem que essa definição tenha alguma vez de ser um cartão-de-visita plastificado…).
Estou ainda mais em desacordo com a ideia de que esta performance poderia surgir como uma provocação à institucionalização simbólica que as exposições Busca-Pólos poderiam significar para uma parte da geração que cresceu ao lado dos espaços alternativos que desde 2001 contaminam a cidade do Porto. Sempre acreditei que a única maneira possível de legitimar um projecto é a através da sua maturidade e não tanto dos espaços onde é mostrado. Por isso considero que deviam estar mais preocupados em legitimar NOVOS espaços, e procurar outros públicos, quem sabe mais EMOCIONANTES. Há mais vida para além do Salão Olímpico, de Serralves ou C.C. Vila-Flôr! E é disso que a Nova Emoção se pode aproveitar…
Os espaços alternativos só surgiram a partir de 2001?
Miguel, percebi imediatamente que terias ficado aborrecido ao confrontares-te com o teu nome numa lista de indivíduos Nova Emoção. Desculpa, claro que não és Nova Emoção. O Marco e o Eduardo também não são e eu também não sou. Tens razão, só o João Marrucho é 100% Nova Emoção. Quando apresentei o vosso nome na lista de protagonistas, creio ter comentado que esta era uma lista questionável, que alguns de vós estariam surpreendidos e que havia muita gente que não sendo Nova Emoção, por vezes fazia-a acontecer tal como nem tudo o que a gente Nova Emoção faz é de facto Nova Emoção. Percebi que terias ficado aborrecido porque detestas que te cataloguem e porque não é suposto eu afirmar algo sobre ti sem que tu o faças primeiro.
Quando dizes “Não sou Nova Emoção no sentido em que não fiz nenhum trabalho com a intenção de ser Nova Emoção.”, respondo que nem o poderias ter feito porque se esse fosse o objectivo, então, não seria Nova Emoção de certeza.
Tu só entraste na lista porque foi o “representante mais inventivo e profícuo” que o afirmou, e outros confirmaram. Para fazer esta performance conversei várias com João Marrucho, João Marçal, Mário Moura, Marta Bernardes, Francisco Roldão, Albino Tavares e outros. Contigo converso há muito tempo sobre este e outros assuntos.
O próprio João Marrucho não terá concordado com algumas coisas que eu disse “Mas isso não faz mal porque o entendimento que cada um tem da NE é diferente.”(+/-)
Sobre a conferência, posso ainda dizer que esta foi sobre Nova Emoção mas podia ter sido sobre o Salão Olímpico, PêSSEGOpráSEMANA, a Sala, A Mula!, Mad Woman... Esta performance só funcionaria se a conferência fosse sobre um tema marginal. Escolhi a Nova Emoção porque poderia ser a mais surpreendente. Lembro que nos últimos tempos fizemos conferências e exposições sobre os espaços alternativos, fomos visitados pelos alunos do Mestrado da FBAUL. E devo dizer que foi extremamente importante porque foi nesse momento que comecei a tomar consciência de que o nosso trabalho/postura estava a ser valorizada.
Estou de acordo contigo é a maturidade que valida os projectos e é precisamente isso que a minha performance, pela negativa, afirma. Essa irritação que tu e outros sentem ao ver a falsa legitimação de um questionável movimento é saudável para o meu trabalho. É esse o seu assunto, às custas da Nova Emoção.
Ainda sobre a precipitação ou não: esta também faz parte do espírito Nova Emoção. Por exemplo, a ÁSTATO ainda não está registada como empresa e já fala em exportações, já tem política editorial quanto à pirataria e a eventual venda de cópias não autorizadas na feira.
Das conversas com a Nova Emoção surgiram frases como “Portugal vai estar na moda!” ou “Nova Emoção cita e é citada.” Quer isto dizer que o objectivo é a grande escala.
Claro que há vida para além do Busca-pólos e nós estamos atentos!
(Deixei este comentário no blog quando poderia ter feito pessoalmente. O objectivo é dar continuidade à discussão sobre o meu trabalho. Devo dizer que fico contente por esta estar a acontecer.)
Gostaríamos de dar mais uma vez uma pequena contribuição a esta conversa/debate. Miguel Carneiro: julgo que ainda não nos conhecemos e ainda não nos cumprimentamos e celebramos a nossa amizade com um bater de palmas forte ou uma dança improvisada...mas queria-te dizer que revelaste ser um rapaz razoável e, acima de tudo, muito honesto.
Conseguiste ser directo a expor as tuas intensões no comment anterior e só consigo sentir que essa clareza de espírito vem de alguém que é sincero consigo e com os outros.
Para nós, sejas tu quem fores, venhas de onde vieres, vás para onde vás, nós acreditamos em ti e só esperamos o melhor!
Sê sempre assim!
Batemos palmas por ti!
A Caldeira 213 foi fundamental.
Eu nem sei o que seria deste espaços se não tivesse existido a Caldeira, e as actividades organizadas pelo Zé Maia e João Sousa Cardoso.
Obrigado!
mt bem! monte da penha tá a subir de nível! wacky on fire com + de 100 visitas! polémica, kero mais polémica! vamos lá discutir! k ninguém volte a dizer k isto é um blog de broncos! nós usamos as mãos e as cabeças ( a de baixo principalmente)!
Eu honestamente não gostei!
E acho que já chega de explicações!
Metam essas mãos, pés e dedos num saco e atirem-nos para o mar! Nós damos cabo dessa seita toda!
fodassse..........
isto aki tá bué apetitoso! tantos membros soltos! tanto sanguinho! golfinho, deixa-te lá de choradinhos ou levas 1 dentada! vê lá se não keres voltar para o zoo!
O golfinho mascarado é honesto!
Batemos-lhe palmas?
nao,o tuburão parece ser mais honesto. ninguém tá aki a tentar explicar nada e nao bato palmas ao golfinho. discutir é importante e construtivo e nós vamos continuar.
tubalão glande, com a outla mão falo de ti sopinha! ihih
Citações Neo-Emo:
-"Eu faço o que quero com o meu cabelo!"
-"Sinto muito mas não sinto nada."
-"É um cérebro dentro dum coração."
-""Não dou a vida por ninguém", expecto pelo meu irmão."
-"É um camião verde a chorar."
-"Paz, paixão e trabalho."
-"É um macaquito num pântano a tentar não molhar os pés."
Bem... vou trabalhar. Sexta, concerto Nova Emoção: Ana Campos, a 1ª cantora pimba constituída por dois elementos masculinos (não desenha jóias) no Bye Bye 06. Estão todos convidados a pagar bilhete.
Abraço.
Dancemos!
Dress Code para as festas nova emoção: Back 2 da Future 2!
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