Seen on YouTube!

Jesus dá abraço "for free" na rua de Santa Catarina:

http://www.youtube.com/watch?v=vr3x_RRJdd4
Seen on Penha Holly Hill
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fig.1
Teleférico do Jardim Botânico
Funchal, Madeira.
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fig.2
Denis Van Alsloot
"Extensive Wooded Landscape with Cephalus and Procris"
Oil on copper, 26 x 33 cmPrivate collection

OBRAS EM ETERNO PROCESSO


TAMBÉM TE AMO GATA!


A NOVA CASA DA ISABEL CARAVALHO!



MAURO E A MONTANHA


PITA

CICARELLI NA PRAIA!!!

http://www.youtube.com/watch?v=VjSUEtvIaUs

Refuting the criticism of a critique


http://www.mecsmiki.blogspot.com

visitem o blogfolio do meu irmao, o hungaro Miki Mecs

é fantástico!!!
A.T.E. Viadal /
Azorina Vidalii (Watson) Ferr /
Vidália

"A. T. E. Vidal / Azorina vidalii (Watson) Ferr / Vidália” é o título da exposição individual de André Sousa que inaugura no dia 23 de Setembro na Galeria Quadrado Azul, espaço Q3.
Alexander Thomas Emeric Vidal, ou Capitão Vidal, comandou missões hidrográficas no Oceano Atlântico na primeira metade do séc. XIX. Em honra ao Capitão inglês pela importância que teve no levantamento hidrográfico do arquipélago dos Açores, Hewett Cottrell Watson deu o nome Campanulla Vidalii (Watson) a uma planta endémica deste território e propôs, sem sucesso, a criação do género botanico Vidália.
Azorina Vidalii (Watson) Ferr é o actual nome científico desta planta, Vidália é seu nome comum.
No espaço Q3, André Sousa apresenta uma instalação onde pinturas, desenhos, fotografias e objectos criam dois momentos que se relacionam.

Num primeiro momento a série Toy convoca o espaço urbano contemporâneo. A linguagem de rua e os grafitty são representativos da necessidade de afirmação e da pluralidade de identidades que existe nas cidades.
São apresentadas pinturas a óleo resultantes da apropriação de grafitty reais encontrados no Porto, em Lisboa, Matosinhos, Perafita, Maia, Felgueiras e Leça da Palmeira.
Todas estas imagens têm em comum uma debilidade característica de obras realizadas por iniciandos. No processo de iniciação a uma cultura urbana, adolescentes trocam o seu nome verdadeiro por pseudónimos que levam para as ruas sobre a forma de grafitty. Neste processo os mais experientes e capazes, no topo de uma cadeia hierárquica afirmam-se como King(s) e os mais novos são denominados pejorativamente como Toy(s). Os primeiros grafitty realizados por um indivíduo apresentam imaturidade na forma e técnica que em muito tem a ver com tenra idade ou com uma verdadeira incapacidade. Alguns são experiências pontuais. Encontram-se grafitty que estão mais próximos de questões pictóricas do que da sua própria cultura. Muitas destas primeiras experiências estão mais perto do domínio da brincadeira do que do da afirmação pessoal, cultural e politica.
A uma outra escala, qualquer pequena cidade que se queira afirmar contemporânea terá que ter as suas paredes bem riscadas. O fenómeno do grafitty, tal como o conhecemos terá começado no início dos anos 70 em Nova Iorque alastrando-se rapidamente para toda as grandes metrópoles.

Num segundo momento, Novo Mundo, leva-nos para um passado indefinido tão próximo do dia de ontem como da origem. Desenhos, fotografias e objectos exploram modelos de representação da paisagem com recurso à paisagem açoriana.
A origem vulcânica do arquipélago tem curiosos resultados na morfologia dos terrenos onde a sua própria história se torna visível através de diferentes extractos. Se a ideia de território em transformação está presente nesta paisagem é por motivos bem diferentes dos de ordem politica. Aqui as fronteiras crescem ou diminuem por vontade própria.
A paisagem açoriana convoca constantemente a sua própria história e identidade através da sua morfologia, da constante datação de edifícios nas suas fachadas, datas de construção e reconstrução provocadas por sismos, ou pela apresentação de dupla identidade cultural quando a bandeira do país que recebe os emigrantes locais é colocada, em mastros no exterior de casas privadas, lado a lado da Portuguesa ou da bandeira da Região Autónoma dos Açores,
Pela sua condição insular, entre a Europa e a América, este espaço físico tem a sua origem enquanto paisagem num momento em que Portugal já tinha memória constituída e o seu território aculturado. Não podemos esquecer que o conceito de paisagem resulta de três factores: espaço, tempo e cultura. Com o povoamento de um território virgem surge a necessidade de conhecimento contínuo sobre esse mesmo espaço. O mapa pela sua utilidade prática é o ponto de partida para um conhecimento ramificado.
Os primeiros mapas realizados sobre qualquer território apresentam sempre falhas. As distâncias e formas não correspondem às verdadeiras e conhecer a conquista do pormenor e a variação da toponímia através dos sucessivos mapas de uma região é assistir à redefinição de um território.
Da sua condição insular resulta ainda o estatuto de região ultraperiférica da União Europeia.
A energia em potência de um vulcão comparada à de um adolescente.
O entusiasmo com que se desenharam as primeiras cartas e se realiza hoje um primeiro grafito; aculturação, identidade, marginalidade e inscrição contínua são conceitos que se podem estudar a partir das paredes de uma cidade.
A contemporaneidade resulta frágil e condenada ao obsoleto se a olharmos deste ponto de vista. A imaturidade destas afirmações de identidade pertence a indivíduos isolados mas também ao tempo que estamos a viver. Um tempo entre o anterior e o que se segue.
Um tempo por definir.
“Alvoroço” seria um outro título possível para esta exposição.
André Sousa
08.IX.2006
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“Azorina vidalii (Watson) Feer (CAMPANULACEAE)
(Vidália) Em todas as ilhas dos Açores.
-Endémica dos Açores
Pequeno arbusto com rosetas terminais de folhas glabras, verde escuras ou verde-acastanhadas; flores brancas a cor-de-rosa, semelhante na forma às flores das espécies do género Campânula. – Foi nalgumas ilhas plantada como ornamento o que provocou a sua expansão a novas localidades. O maior úmero de populações naturais está actualmente no Pico, S. Jorge, Flores e Corvo. Cresce principalmente nas fendas das falésias costeiras onde não haja acumulação de solo, mas também em vertentes abruptas com depósitos arenosos. Na ilha do Corvo aparece inclusivamente no telhado de algumas casas. Sempre em habitats fortemente expostos. Cresce frequentemente associada com o Crithmum maritimum e com outras espécies tolerantes à brisa marítima. Existem várias populações, que nalgumas localidades podem ser razoavelmente grandes. Apesar de tudo, esta planta, que é uma das mais valiosas e bonitas da flora açoriana, carece de protecção no s seus habitats naturais. A espécie é endémica dos Açores. “
SJÖGREN, Erik -Plantas e Flores dos Açores. Espaço Talassa, 2001.
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FULANO-TAL E WANDA SÃO A MESMA PESSOA?

O FULANO-TAL tem um amigo que passou o Verão em grande.
A sua história está no link
http://fulano-tal.blogspot.com/2006/09/1a-vez.html#links
mas podia estar no blog da Wanda.
Não ficava nada mal!

maltimore

http://www.youtube.com/watch?v=1WMJJ8Txt98

Grande Caramelo!


FOTO LAURA


Se pretender tirar uma foto da sua Aura

entre em contacto com João Almeida

969413362 ou 914134699.


Tudo no universo tem uma vibração. Cada átomo, cada partícula, até mesmo os nossos pensamentos são vibrações. Assim nós podemos definir a aura como uma resposta de vibração de um electrão a alguma excitação externa (tal como uma luz ambiental como exemplo). Esta tem como finalidade a leitura da aura, assim nós podemos treinar os nossos olhos para ver a vibração da aura. A aura é como um fato que contem toda a informação sobre o corpo ou qualquer outro objecto. A aura situasse á do nosso corpo e também dos objectos e ela muda com tempo, às vezes muito rapidamente. A aura em redor dos objectos (pedras, cristais, água...) é reparada automaticamente. Estes factos foram observados pelos cientistas Russos, que têm usado a técnica da Kirlian para estudar as auras nos últimos 50 anos. A aura em volta dos seres humanos é composta em parte da radiação (electromagnética) do EM, medindo a micro onda, infravermelha (IR) à luz UV. A micro onda da frequência baixa frequência é a parte infravermelha do spectrum (calor do corpo) parecem estar relacionadas com o funcionamento de nosso corpo (estrutura do DNA, metabolismo, circulação etc.) visto que a alta-frequência (parte UV) é relacionada mais a nossa actividade consciente assim como: pensar, criatividade, intuições, sentido de humor e emoções. Os cientistas russos, que aproximadamente á 3 décadas pesquisam a aura, fazem experiências sugerindo que nosso ADN pode ser alterado, influenciando a aura da micro onda. A parte UV de alta-frequência que é muito importante e a mais interessante, mas é uma das partes que menos exploramos
E esta parte pode ser vista com os nossos olhos. Por que nós necessitamos ver auras? As cores da aura, especialmente em cima da cabeça têm funções muito especiais. Tome atenção á aura de uma pessoa (mas sem prejudicar a pessoa) você pode realmente ver que os pensamentos da pessoa mesmo antes que você os ouça verbalmente. Pela leitura da aura é possível diagnosticar os maus funcionamentos no corpo (doenças) antes que os sintomas físicos se tornem evidentes. Conscializando e controlando a sua aura você pode
realmente curar. Quando você vê uma pessoa com uma aura brilhante, limpa, você pode estar certo que essa pessoa é boa e espiritualmente avançada, mesmo se essa pessoa não for ciente da espiritualidade que tem

Todos têm uma aura. Mas a maioria das pessoas na terra têm auras muito fracas e doentes. Esta parece ser uma consequência directa das atitudes materialistas que as pessoas têm e negam o
desenvolvimento da mente espiritual, cultivando o medo, a negatividade, e outras emoções similares. Estas atitudes suprimam sua natureza verdadeira, e as auras parecem tornar-se
demasiado negativas. Certamente, o mundo inteiro ficaria muito melhor se todas as pessoas pudessem ver e ler auras. As crianças muito novas (até + ou -5 anos da idade) vêem auras naturalmente. As crianças como
todos nós já reparamos olham frequentemente acima de uma pessoa na frente delas. Quando não gostam da cor do aura acima da cabeça, ou se esta cor estiver muito diferente do aura do seu pai, gritam. As crianças temas suas auras muito mais
limpas e muito mais fortes do que a maioria dos adultos, em que vêem mais o mudo espiritual do que os adultos só vêem completamente pelo mundo materialista e suprimem sua natureza depois de exemplos superficial.
Aconselho de vez em quanto tirar uma foto a aura para verificar se ela encontra em harmonia ou mesmo ver se pode existir algum bloqueio.


Se pretender tirar uma foto da aura vá até ao site
http://www.centrocosmico.com/ e veja o calendário aonde pode tirar.


last scene
17.08.2006
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cx pallas vs. carrera 4s
(...até crais!)
wanda becomes spiderwoman
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"I'LL SLOWLY SLIP AWAY"

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